quinta-feira, 3 de março de 2011

Mudança de Layout

Devido a problemas com o Imageshack vou alterar o layout do blog, e como to meio sem tempo, vai demorar um pouco.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Houston, we have a problem

Devido a algum problema no ImageShack as imagens do menu e título não estão aparecendo, então peço a paciência de vocês porque já cadastrei o site para que as imagens voltem, caso não volte em breve estarei mudando o layout. Obrigado.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O Toque

"Quando o amor nos atinge, qualquer coisa serve para se sentir perto da pessoa amada, até mesmo um toque."

Ela estava lá distante do outro lado da rua no ponto de ônibus, mas um garoto franzino de aproximadamente a mesma idade não parava de mira-lá, sonhava em um
dia pelo menos conversar com aquela garota de lábios rosados e olhos azuis, seu cabelo negro como a noite criava um contraste com o sol do meio dia. Ele não sabia para onde ela ia, mas sabia qual ônibus ela pegava.
Apesar dos dois estudarem na mesma escola, era raro quando ela a via por lá, mas no ponto de ônibus eles se encontravam todos os dias, ela o ignorava, mas ele a admirava todos os dias, não importa o tempo, chuva, sol, frio, calor ela sempre estava linda aos olhos dele.
Uma criança ele era a pouco tempo atrás, mas depois deste sentimento que nunca tivera antes parecia ter lhe tornado num adulto, pensava que se fosse correspondido nada poderia fazê-lo ficar triste novamente, mera ilusão juvenil...
Certa vez ele chegou ao ponto e não a viu do outro lado como era de costume, esperou e nada, aos poucos seu ponto de ônibus foi enchendo isso significava que estava perto de seu ônibus passar e nada da garota, seu ônibus passou e não teve a oportunidade de mira-la, e isso o deixava transtornado. Foi que ao segurar num ferro do ônibus, sem querer colocou sua mão sobre outra, automaticamente pediu desculpas e viu que a mão que tocou era da garota que ele sentia algo tão grande que não poderia explicar, ele replicou com um "não foi nada" e depois ela pediu licença e desceu.
Era uma vitória, e sorrindo foi até chegar ao seu destino.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Grande erro de Deus

Se a afirmação que Deus escreve certo por linhas tortas é certa, é um mistérios, pois se Deus criou o ser humano em sua imagem e semelhança, e levando em consideração que errar é humano, podemos concluir que Deus também pode errar.

Uma criança, inocente nasce, é criado com todo amor e carinho possível que seus pais podem lhe dar, cercado com pessoas que a amam, que se importam, que não lhe deixam faltar nada do básico e nem do supérfluo e mesmo assim, não sentir nada, e ter que fingir sentimentos para agradecer e parecer satisfeito para os outros.
Seu sarcasmo fala mais alto que seus sentimentos, visto que esses não existem, são patadas vindas de todos os lados, e mesmo assim as pessoas continuam a gostar dele, quem sabe até mais se ele não fosse assim, pois acham graça no seu jeito blasé.
Mas onde está o erro? O erro está na infelicidade, o garoto tem tudo (ou quase) o que deseja, mas ele não é feliz e não é mais capaz de amar, agora ele é um objeto que vive.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Quando você está morrendo, todo mundo passa a te amar.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O piano

As autoridades buscavam explicações de como um piano havia aparecido no banco de areia do dia para a noite em meio à Baia Norte em Florianópolis, apareceu por lá, sem deixar rastros de quem poderia ter colocado-o no meio do mar. Apesar de tudo a água não o alcançava, nem mesmo com a maré alta , ele havia sido colocado no ponto mais alto do banco, e as águas salgadas só poderiam alcançá-lo se o mar se revoltasse devido a uma tempestade, mas isso não o deixara livre de hospedes como gaivotas que se abrigavam nele pouco a pouco.

A população também estava intrigada com a aparição do piano, que chamava muita atenção dos alunos da Universidade Federal de Santa Catarina, cujo principal acesso era pela avenida Beira-Mar Norte que antes fora parte da Baía, mas tivera que ser aterrado em alguns trechos para a construção da avenida.


O primeiro dia do piano misterioso estava prestes de acabar, era um lindo por do sol, quando se ouviu um melodia, vinda de longe, mas logo as pessoas que estava próximas viram uma figura junto ao piano que tocava Fantasie Impromptu de Chopin, em pouco tempo parecia que todos na cidade tinham parado para contemplar o show que acontecia num banco de areia na Baia Norte. A musica começava com algumas notas lentas em seguida de notas rápidas e incessantes como a vida eram disposta de forma uniforme e melodiosa.

Alguns tentavam identificar o pianista, os que olhavam de binóculos notavam que usava fraque e uma máscara branca que lhe cobria todo o rosto, mas devido ao sol que batia diretamente nele era difícil ver os detalhes. Outros apenas ouviam a musica que parecia emanar do mar, ela soava baixa, mas todos podiam ouvi-la ao longo da orla da praia. Aos poucos a areia da praia abrigava uma multidão que assistia ao concerto ao ar livre do desconhecido com o piano misterioso, logo, as notas rápidas e furtivas se transformaram numa melodia mais amena, onde se percebia que as notas pareciam descer para outro nível e em seguida se tornar uma musica mais calma, como se quisesse dizer “vai com calma na sua vida, pare um pouco, relaxe, tome um café”. Neste momento eram poucas as notas que podiam ser ouvidas por todos, mas estas acalmavam a musica depois de uma saraivada de notas fortes, era um momento de relaxar.

Eram poucos os que trajavam roupas de banho, a maioria estava vestida como se acabassem de sair do trabalho, que de fato tinham o feito, apesar da ânsia de quererem voltar para casa, do cansaço, sucumbiram à musica que lhes remetia a própria vida, e estes foram os que pareciam mais admirar a obra de Chopin. Eles não sabiam, mas de certa forma, todos compartilhavam do mesmo sentimento. Então novamente as notas fortes e rápidas voltavam, como se a vida continuasse hiperativa, dia após dia, como num circulo vicioso onde todos vivem, descansam e um novo dia, com novas experiências, surgiria.

Ao fim da musica ela novamente se tornava lenta, mas em um tom mais fúnebre, e depois de algumas notas agonizantes ela terminava, morria. Todos que compartilharam dessa experiência na Baia Norte se sentiram tocados por aquele ato, como se a musica tivesse tocado suas almas, alguns saíram chorando, outros sorrindo e com a chegada da noite, e o fim da melodia a multidão foi se dispersando pouco a pouco, alguns esperavam outra musica, mas a escuridão tomara conta do banco de areia e era difícil dizer se o pianista ainda estava por lá.

Na manhã seguinte, para a surpresa de todos, o misterioso piano também sumira, deixando apenas uma lembrança da peça que tomou conta da cidade, do mar e do coração das pessoas que o presenciaram.
Agradeço ao Leon Spiandorelli por me mostrar
que o sentimentalismo da mais ênfase a estória

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Hoje acordei meio Gabourey Sidibe



Preciosa!

O emprego


Com o capitalismo o emprego se tornou uma forma eficiente e legal para que se viva, "dance conforme a música", mas são raras as pessoas que estão bem com seus empregos, a maioria quer apenas o dinheiro no fim do mês para sustentar sua família, seus vícios, seus desejos frívolos e egoístas. Eu quero que meus desejos frívolos e egoístas sejam satisfeitos, mas sem emprego as coisas ficam difícil.
Diferente do que pensa minha mãe por exemplo, que emprego é apenas uma forma de ganhar dinheiro, eu penso que o trabalho pode ser algo divertido, onde você estimula sua criatividade, seu raciocínio, sua inteligência, seu ego. Sim, ego, não é demais fazer algo que só você sabe fazer, e você passa adiante sua experiência? Bom eu gosto!
O problema é que o emprego dos sonhos nem sempre está a sua altura, tendo que se contentar com as sobras.
Sou fascinado pelo trabalho artístico, adoro criar, escrever, dá pra notar pelo blog, mas parece que meus talentos não estão a altura do mercado de trabalho, talvez eu devesse ter nascido na Itália no início do Renascimento e ter sido um pintor e inventor, já sabem quem falo né? O nome é igual!
O dinheiro não pode falar mais alto do que você deseja fazer, do que você sonha, de onde seus dons possam te levar, destrua os paradigmas, não seja uma peça do capitalismo, pois logo você pode ser descartado, você até pode ter sido bem recompensado por isso, mas é o que gostaria de ter feito? É onde gostaria de estar? Será que os lucros que você deu a certa pessoa veleu seu esforço? Você se sentiu recompensado, além daquele valor mensal de que recebia? Se sentiu bem consigo mesmo? É isso que quero, me sentir bem e feliz depois de um dia de trabalho. E você?

Para ilustrar esse "desabafo" recomendo o vídeo, um curta dirigido por Santiago Grasso, chamado El Emplo.


Trainspotting

"Escolha viver.
Escolha um emprego.
Escolha uma carreira, uma família.
Escolha uma televisão enorme.
Escolha lavadoras... carros, CD players e abridores de latas elétricos.
Vamos!
Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário.
Escolha uma hipoteca a juros fixos.
Escolha sua primeira casa.
Escolha seus amigos.
Escolha roupas esporte e malas combinando.
Escolha um terno numa variedade de tecidos.
Escolha fazer consertos em casa e pensar na vida domingo de manhã.
Escolha sentar-se no sofá e ficar vendo game shows chatos na TV... comendo porcaria.
Vamos!
Escolha apodrecer no final, beber num lar que envergonha... os filhos egoístas que pôs no mundo para substituí-lo.
Escolha o seu futuro.
Escolha viver.

Mas por que eu iria querer isso?

Escolhi não viver.
Escolhi outra coisa.
E os motivos...
Não há motivos.
Quem precisa de motivos quando tem heroína?"

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Falta Algo

A primeira postagem demorou, não pelo fato de eu estar desistindo blog, longe disso, espero que tenha uma vida longa, mas tive problemas com a internet e depois de quase dois meses tenho ela de volta e voltarei a escrever.

Mas todo meu tempo ociosos na internet foi revertido para tempo ocioso vendo filmes e vários filmes e depois de ver alguns, notei que alguns deviam ter algo a mais, algo que satisfaria a curiosidade o espectador. pois bem dentre os filmes que assisti, cinco deles faltou informação, não que seja relevante para o enredo da história, mas se tivesse eu seria uma pessoa mais feliz.

  • Em primeiro lugar vem o filme Rock'n'Rolla dirigido por Guy Ritchie, onde: "Um chefão da nova máfia russa de Londres organiza uma grande transação ilegal, envolvendo milhões de libras esterlinas e atraindo todos os criminosos do submundo local. De um perigoso lorde do crime a uma contadora sensual, de um político corrupto a pequenos e ambiciosos ladrões, não há criminoso em Londres que não faça seus planos para usufruir do negócio. Inicia-se assim uma grande confusão, na qual representantes da velha e da nova escola do crime entram em confronto direto."
O novo chefe da máfia russa tem um talismã, que ele empresta ao "perigoso Lord do crime" para lhe dar sorte, este talismã é um quadro, e o filme não mostra o quadro!!! Ele sempre aparece de costas, isso me frustrou... muito.

  • Este filme por sinal, não tenho certeza se não foi dito mesmo, ou se não prestei atenção o suficiente mas em A Montanha Enfeitiçada de Andy Figman, deixa a desejar quando não explica (repito, pode ser que eu não tenha prestado atenção) quem é o maldito Mr. Wolfe.
  • Em O Demolidor, filme de 1993 dirigido por Marco Brambilla e protagonizado por Sylvester Stallone, se passa no futuro e Stallone é um policial que foi para uma prisão criogênica, depois de descongelado ele passa conviver com mundo diferente do que deixou para trás, e depois de usar o banheiro ele se depara com algo peculiar. Não existem mais os famosos papéis higiênicos, no lugar deles existem três conchas, pois bem, alguém me ensina como se usa as três conchas?
  • No filme de Bryan Taylor e Mark Neveldine, Adrenalina 2 - Alta voltagem, há um japonês que carrega uma caixa térmica, onde o progonista Chev Chelios interpretado por Jason Statham acredita estar seu coração roubado se decepciona, principalmente depois de passar o filme todo atras do japa, e para isso tendo que tomar altas cargas eletricas. mas é ai que o espectador também se decepciona, pois, nós não descobrimos o que tem na caixa.
  • Por fim temos mais um de Guy Ritchie, em Jogos, Trapaça e dois Canos Fumegantes nunca descobriremos se as armas que valem 250 mil libras foram jogadas no rio Thames ou se eles conseguiram recuperar.
Depois deste desabafo cinematográfico, só podemos deduzir uma coisa, o diretor quis que usássemos nossa imaginação para o filme ficar mais interativo.... ou ele não soube o que fazer e na duvida decidiu encobrir alguns pontos.