quinta-feira, 3 de março de 2011
Mudança de Layout
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Houston, we have a problem
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O Toque

domingo, 13 de fevereiro de 2011
O Grande erro de Deus
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O piano
As autoridades buscavam explicações de como um piano havia aparecido no banco de areia do dia para a noite em meio à Baia Norte em Florianópolis, apareceu por lá, sem deixar rastros de quem poderia ter colocado-o no meio do mar. Apesar de tudo a água não o alcançava, nem mesmo com a maré alta , ele havia sido colocado no ponto mais alto do banco, e as águas salgadas só poderiam alcançá-lo se o mar se revoltasse devido a uma tempestade, mas isso não o deixara livre de hospedes como gaivotas que se abrigavam nele pouco a pouco.
A população também estava intrigada com a aparição do piano, que chamava muita atenção dos alunos da Universidade Federal de Santa Catarina, cujo principal acesso era pela avenida Beira-Mar Norte que antes fora parte da Baía, mas tivera que ser aterrado em alguns trechos para a construção da avenida.

O primeiro dia do piano misterioso estava prestes de acabar, era um lindo por do sol, quando se ouviu um melodia, vinda de longe, mas logo as pessoas que estava próximas viram uma figura junto ao piano que tocava Fantasie Impromptu de Chopin, em pouco tempo parecia que todos na cidade tinham parado para contemplar o show que acontecia num banco de areia na Baia Norte. A musica começava com algumas notas lentas em seguida de notas rápidas e incessantes como a vida eram disposta de forma uniforme e melodiosa.
Alguns tentavam identificar o pianista, os que olhavam de binóculos notavam que usava fraque e uma máscara branca que lhe cobria todo o rosto, mas devido ao sol que batia diretamente nele era difícil ver os detalhes. Outros apenas ouviam a musica que parecia emanar do mar, ela soava baixa, mas todos podiam ouvi-la ao longo da orla da praia. Aos poucos a areia da praia abrigava uma multidão que assistia ao concerto ao ar livre do desconhecido com o piano misterioso, logo, as notas rápidas e furtivas se transformaram numa melodia mais amena, onde se percebia que as notas pareciam descer para outro nível e em seguida se tornar uma musica mais calma, como se quisesse dizer “vai com calma na sua vida, pare um pouco, relaxe, tome um café”. Neste momento eram poucas as notas que podiam ser ouvidas por todos, mas estas acalmavam a musica depois de uma saraivada de notas fortes, era um momento de relaxar.

Eram poucos os que trajavam roupas de banho, a maioria estava vestida como se acabassem de sair do trabalho, que de fato tinham o feito, apesar da ânsia de quererem voltar para casa, do cansaço, sucumbiram à musica que lhes remetia a própria vida, e estes foram os que pareciam mais admirar a obra de Chopin. Eles não sabiam, mas de certa forma, todos compartilhavam do mesmo sentimento. Então novamente as notas fortes e rápidas voltavam, como se a vida continuasse hiperativa, dia após dia, como num circulo vicioso onde todos vivem, descansam e um novo dia, com novas experiências, surgiria.
Ao fim da musica ela novamente se tornava lenta, mas em um tom mais fúnebre, e depois de algumas notas agonizantes ela terminava, morria. Todos que compartilharam dessa experiência na Baia Norte se sentiram tocados por aquele ato, como se a musica tivesse tocado suas almas, alguns saíram chorando, outros sorrindo e com a chegada da noite, e o fim da melodia a multidão foi se dispersando pouco a pouco, alguns esperavam outra musica, mas a escuridão tomara conta do banco de areia e era difícil dizer se o pianista ainda estava por lá.

Agradeço ao Leon Spiandorelli por me mostrar que o sentimentalismo da mais ênfase a estória
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O emprego

Trainspotting
"Escolha viver.Escolha um emprego.
Escolha uma carreira, uma família.
Escolha uma televisão enorme.
Escolha lavadoras... carros, CD players e abridores de latas elétricos.
Vamos!
Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário.
Escolha uma hipoteca a juros fixos.
Escolha sua primeira casa.
Escolha seus amigos.
Escolha roupas esporte e malas combinando.
Escolha um terno numa variedade de tecidos.
Escolha fazer consertos em casa e pensar na vida domingo de manhã.
Escolha sentar-se no sofá e ficar vendo game shows chatos na TV... comendo porcaria.
Vamos!
Escolha apodrecer no final, beber num lar que envergonha... os filhos egoístas que pôs no mundo para substituí-lo.
Escolha o seu futuro.
Escolha viver.
Mas por que eu iria querer isso?
Escolhi não viver.
Escolhi outra coisa.
E os motivos...
Não há motivos.
Quem precisa de motivos quando tem heroína?"
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Falta Algo
- Em primeiro lugar vem o filme Rock'n'Rolla dirigido por Guy Ritchie, onde: "Um chefão da nova máfia russa de Londres organiza uma grande transação ilegal, envolvendo milhões de libras esterlinas e atraindo todos os criminosos do submundo local. De um perigoso lorde do crime a uma contadora sensual, de um político corrupto a pequenos e ambiciosos ladrões, não há criminoso em Londres que não faça seus planos para usufruir do negócio. Inicia-se assim uma grande confusão, na qual representantes da velha e da nova escola do crime entram em confronto direto."
- Este filme por sinal, não tenho certeza se não foi dito mesmo, ou se não prestei atenção o suficiente mas em A Montanha Enfeitiçada de Andy Figman, deixa a desejar quando não explica (repito, pode ser que eu não tenha prestado atenção) quem é o maldito Mr. Wolfe.
- Em O Demolidor, filme de 1993 dirigido por Marco Brambilla e protagonizado por Sylvester Stallone, se passa no futuro e Stallone é um policial que foi para uma prisão criogênica, depois de descongelado ele passa conviver com mundo diferente do que deixou para trás, e depois de usar o banheiro ele se depara com algo peculiar. Não existem mais os famosos papéis higiênicos, no lugar deles existem três conchas, pois bem, alguém me ensina como se usa as três conchas?
- No filme de Bryan Taylor e Mark Neveldine, Adrenalina 2 - Alta voltagem, há um japonês que carrega uma caixa térmica, onde o progonista Chev Chelios interpretado por Jason Statham acredita estar seu coração roubado se decepciona, principalmente depois de passar o filme todo atras do japa, e para isso tendo que tomar altas cargas eletricas. mas é ai que o espectador também se decepciona, pois, nós não descobrimos o que tem na caixa.
- Por fim temos mais um de Guy Ritchie, em Jogos, Trapaça e dois Canos Fumegantes nunca descobriremos se as armas que valem 250 mil libras foram jogadas no rio Thames ou se eles conseguiram recuperar.





